20260124
VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
ÀS MULHERES EM GERAL E ÀS COMISSÕES PÚBLICAS DE DEFESA DAS MULHERES
ÀS MULHERES EM GERAL E ÀS COMISSÕES PÚBLICAS DE DEFESA DAS MULHERES
As mulheres precisam tomar consciência, para se livrarem estruturalmente da violência praticada pelos homens, que há 1400 anos a Igreja Católica deu os pobres aos ricos e as mulheres aos homens. Que deu os pobres aos ricos é mais visível na própria doutrina divulgada: para almejar o reino dos céus é obrigatória a renúncia aos bens terrenos e a resignação dos humanos a sua condição social já que os reis (hoje, por extensão, os ricos e os donos) foram enviados por Deus para conduzir o povo.
Quanto às mulheres a doutrina não explicita tanto, mas a prática destes quase 2 mil anos nos mostra que, no mínimo até uns 150 anos atrás, as mulheres eram obrigadas a servir aos homens, inclusive sexualmente, se e quando estes as quisessem. Se um homem descartasse sua mulher, se separasse dela, ela não poderia casar-se com outro homem, deveria viver viúva até o fim da vida. Se por audácia ela se juntasse a outro companheiro, era considerada inválida para a vida civil e o filho que porventura tivesse com ele não teria direito ao batismo católico.
Ora, como isto tudo vem sendo introjetado na mente humana há quase 2 mil anos, sobretudo na do homem, sendo repisado nos sermões das missas diárias e semanais, nas pregações informais do clero e no convívio do dia-a-dia entre os fiéis, para um efetivo expurgo de tamanha asneira será preciso que as mulheres façam campanhas, talvez públicas mesmo, pedindo (ou exigindo) que a Igreja Católica se compatibilize com a atualidade, usando seus frequentes contatos diários e semanais com sua congregação para atualizá-la quanto aos costumes mais sadios vividos hoje, desfazendo a morbidade impregnada no inconsciente coletivo. Caso contrário, a solução do problema, se houver, vai demorar muito tempo, pois hoje há que se somar a ele a prática — difundida pelos empreendedores dos negócios ilegais não amparados pela justiça oficial— da justiça sumária, que vem causando a execução de muitas jovens por seus namorados à plena luz do dia-a-dia.
Quanto às mulheres a doutrina não explicita tanto, mas a prática destes quase 2 mil anos nos mostra que, no mínimo até uns 150 anos atrás, as mulheres eram obrigadas a servir aos homens, inclusive sexualmente, se e quando estes as quisessem. Se um homem descartasse sua mulher, se separasse dela, ela não poderia casar-se com outro homem, deveria viver viúva até o fim da vida. Se por audácia ela se juntasse a outro companheiro, era considerada inválida para a vida civil e o filho que porventura tivesse com ele não teria direito ao batismo católico.
Ora, como isto tudo vem sendo introjetado na mente humana há quase 2 mil anos, sobretudo na do homem, sendo repisado nos sermões das missas diárias e semanais, nas pregações informais do clero e no convívio do dia-a-dia entre os fiéis, para um efetivo expurgo de tamanha asneira será preciso que as mulheres façam campanhas, talvez públicas mesmo, pedindo (ou exigindo) que a Igreja Católica se compatibilize com a atualidade, usando seus frequentes contatos diários e semanais com sua congregação para atualizá-la quanto aos costumes mais sadios vividos hoje, desfazendo a morbidade impregnada no inconsciente coletivo. Caso contrário, a solução do problema, se houver, vai demorar muito tempo, pois hoje há que se somar a ele a prática — difundida pelos empreendedores dos negócios ilegais não amparados pela justiça oficial— da justiça sumária, que vem causando a execução de muitas jovens por seus namorados à plena luz do dia-a-dia.
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